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Greve da UFOPA e seus "avanços"...


Os Técnicos-administrativos em Educação da UFOPA, conseguiram importantes avanços locais através da comissão paritária - composta por 7 membros da reitoria e 7 representantes dos Técnicos-Administrativos. 





Nesta semana a reitoria divulgou duas importantes Notas de esclarecimento, transcritas abaixo. Leia-as e eu volto logo depois para comentar.





























Voltei para comentar e esclarecer algumas coisas.





A primeira nota, que aqui chamei de NOTA 1, refere-se à ação judicial que Advocacia-Geral da União propôs no dia 25 de julho, no Superior Tribunal de Justiça, para declarar a ilegalidade da greve, deflagrada no dia 06 de junho, em todo Brasil, por técnicos administrativos das universidades federais públicas. Trocando em miúdos, na NOTA 1 o reitor Seixas Lourenço deixa claro, que a UFOPA, não "apoiou" a AGU nesta ação judicial. 





A segunda nota, chamada por mim de NOTA 2, foi em atendimento ao pedido dos grevistas que exigiram da reitoria que nenhum grevista tivesse perdas por participar da greve. Este pedido, nasceu em uma das assembleias dos técnicos, depois que colegas relataram que "alguns" superiores haviam falado para alguns funcionários que tem FG (Função gratificada) que se os mesmos participassem  da greve, eles perderiam o FG. Depois que os representantes dos técnicos levaram este assunto à comissão paritária, a reitoria prometeu divulgar esta nota. 





Então, devo ressaltar, que as duas notas acima, bem como a moção de apoio à greve do reitor Seixas Lorenço, são conquistas conseguidas pela categoria. São fruto de muito trabalho e muita negociação.





Durante todos os dias da semana, os técnicos (em greve) reúnem-se em algum local, para organizar grupos de trabalho, de pesquisas, para debater os acontecimentos atuais, para traçar metas para o futuro da greve e etc...





Durante a greve, não estamos descansando, como dizem alguns... Estamos lutando, batalhando, nos esforçando para conquistarmos nossos direitos e nos defendermos da agressão do governo, que entre muitos outros prejuízos, quer congelar o nosso salário por 10 anos e quer acabar com a nossa estabilidade. 





Costumo dizer que a greve é 10 vezes mais cansativa do que o trabalho. Eu preferia está trabalhando. Não estou em greve por que quero. Estou em greve, por que é um necessidade. Estou em greve em defesa da educação.





Portanto, concluo dizendo, que tudo isto que tem acontecido é fruto do nosso trabalho, é fruto da GREVE. 





Faça greve hoje, ou sofra junto com educação pelos próximos 10 anos! Adote esta ideia.










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Blog do Ronilson



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