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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Pará está com 13 mil casos confirmados de Dengue

De janeiro a dezembro de 2011, foram notificados no Pará 29.291 casos suspeitos de dengue, dos quais 13.656 foram confirmados. Os dados foram divulgados ontem pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), em novo informe epidemiológico sobre a situação da doença no Estado.





Nesse período, foram 19 mortes por dengue, registradas em Belém (5), Pacajá (1), Santarém (1), Soure (1), Altamira (2), Abaetetuba (1), Oriximiná (2), Xinguara (1), Santa Maria das Barreiras (1), Parauapebas (1), Bom Jesus do Tocantins (1), Santa Isabel do Pará (1) e Tailândia (1).





Os municípios com maior número de casos notificados são Belém (5.058), Santarém (2.177), Altamira (2.060), Ananindeua (1.483), Parauapebas (1.403), Marabá (1.239) e Marituba (971). Em relação aos casos confirmados, os municípios com maiores registros são Belém (1.616), Santarém (1.293), Altamira (1.263), Parauapebas (687), Marabá (497), Marituba (343) e Ananindeua (351).





O número de casos da doença cresceu em 2011: em 2010, o Estado registrou 17.582 casos de dengue, dos quais 9.089 foram confirmados. Mas foram registradas as mortes duas mortes a menos que em 2010, quando ocorreram 21 óbitos.






CUIDADOS EXTRAS





A coordenadora estadual de Controle da Dengue, Aline Carneiro, lembra que com a chegada do período chuvoso o risco de infestação da dengue aumenta, por isso já se articula um conjunto de estratégias para o combate à dengue em todos os municípios.





As principais ações que vêm sendo desenvolvidas são bloqueio imediato da transmissão nas localidades ou bairros que notificam casos; atividades de educação e comunicação; articulação com órgãos municipais de saneamento e limpeza urbana para melhoria da coleta e destinação adequada do lixo; e manutenção das atividades de rotina no combate ao vetor.





Ao longo de 2011, foram treinados técnicos dos Centros Regionais de Saúde para o uso do método em levantamento de índice rápido para Aedes aegypti (Liraa). Para Aline Carneiro, o Liraa permite resultados rápidos que possibilitam levantamento para um trabalho direcionado. “Este ano vamos expandir este método para que os municípios possam ter a opção de trabalho específico nas localidades onde estiver o índice de infestação mais alto”, explica.




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