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domingo, 11 de setembro de 2011

PSTU diz NÂO ao Tapajós e ainda alfineta os que dizem SIM





O PSTU divulgou uma nota, onde explicam (ou melhor, tentam explicar) os motivos pelos quais eles dirão NÂO ao Tapajós(e ao desenvolvimento).Na nota eles criticam a unidade em torno do movimento do SIM: “Todos, num único som, gritam: Sim ao estado do Tapajós! Mas o que move esta estranha unidade?”



O PSTU também fez questão de dizer que “O estado do Tapajós está dentro de um projeto de parte da burguesia, portanto, contra a classe trabalhadora”. (Risos)



Nem mesmo o PSOL – que em geral anda lado a lado com o PSTU - escapou das alfinetadas que a nota espalhou pra todo lado: “Até mesmo um setor do PSOL em Santarém passou a defender o SIM com argumentos muito próximos do petismo, abandonando para isto a própria posição política do partido.”

No final, como sempre, fizeram questão de expor seus ideais políticos, como se fosse o único inerrante. Ainda bem que o PSTU existe, a voz da verdade...

NOTA DESTE BLOGUEIRO SOBRE A NOTA DO PSTU:

1 – Eu apoio e defendo o SIM ao Tapajós. E não faço parte de burguesia nenhuma. Não tenho nenhum vínculo partidário, e não sou tapado como alguns pensam que somos. Eu defendo o Estado do Tapajós, porque sei que este é o melhor caminho para o nosso desenvolvimento. Defendo o Estado do Tapajós, porque não sou “amarrado” a nenhum partido político que seja contra. Eu não tenho que defender bandeira nem sigla, o meu interesse é o desenvolvimento da nossa região.

2 – A nota do PSTU cita políticos como Lira Maia e Maria do Carmo como prováveis candidatos. Eu não posso deixar de defender o Estado do Tapajós, só porque existe a possibilidade do Lira Maia se candidatar a governador. Uma coisa é certa, o meu voto ele não ganha, nem o candidato do PSTU. (Risos).

3 – Por fim devo dizer uma coisa, o PSTU que está certo em divulgar a nota, afinal, este é um dos partidos que sempre faz campanha dos seus ideais onde der. Eu acho até “engraçado” desde uma greve à uma procissão, onde estiver alguém caminhando nas ruas lá por cima estará tremulando um bandeira do PSTU... 




Mas  é isso aí gente. O bom de tudo que no Brasil ainda existe um pouco de democracia. Assim cada um vende o seu peixe, defende as suas ideias. O importante é que no final vença o que for melhor para a nossa região: 77 SIM ao Tapajós e 77 SIM ao Carajás. 


Click aqui e veja a Nota do PSTU na íntegra>>





5 comentários:

  1. Esses dois estados novos não passa de uma manobra politica para perpetuar e manter o poder do PT no Brasil. Com mais dois Estados ira nascer mais políticos e politicagem, terá mais 3 reapresentantes no palácio do planalto é mais dinheiro sugado dos contribuintes para um bando de vagabundos que não gostam de trabalhar. Quem apoia não tem argumento e não sabe porque esta apoiando.

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  2. Amigo, obrigado por comentar. Seu comentário é muito bem vindo, no entanto não concordo quando você diz que "Quem apoia não tem argumento e não sabe porque esta apoiando". Eu apoio o estado do Tapajós, e não apoio por causa de nenhum político. Apoio porque sei das necessidades da minha região. Mas valeu, fique a vontade para comentar.

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  3. hum... necessidade de desenvolvimento da região?! vc sabia que mais da metade do PIB que ficará com o Estado de tapajós será para engordar os bolsos dos políticos sanguessugas! E que tipo de desenvolvimento tu achas que pode ocorrer com esta divisão?
    Engraçado (Risos) é acreditar que dividir o Estado trará melhorias para o povo! hehe... acorda! Tu podes até ser a favor, não tem problema, mas saiba que o principal argumento do SIM é "vamos dividir para melhor administrar e trazer desenvolvimento...", bem, se tamanho fosse sinônimo de desenvolvimento, então Sergipe deveria ser um paraíso! (risos)
    os administradores do(s) estado(s) e do suposto desenvolvimento que virá com a divisão serão os mesmos políticos cara de pau que roubam e ajudam a burguesia a massacrar os trabalhadores cotidianamente...
    o desenvolvimento que queremos, a felicidade do povo só é possível sem que a classe trabalhadora precise pagar a conta do suposto desenvolvimento falacioso com sua vida, como ocorre hoje e provavelmente ocorrerá com a "nova" classe trabalhadora do Tapajós...

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  4. Obrigado pelo seu comentário e pelos seus excessos de risos. Eu também cheguei a sorrir também de ver o seu argumento (sem fundamento) misturado com risos. Isto jamais me convenceria... Mas valeu. Obrigado...

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  5. Aoa amigos que defendem a não divisão do Estado, só tenho a lamentar. Lamento por todos os moradores do interior do Estado, principalmente da Região Oeste. Nasci paraense, moro no interior do Pará desde o nascimento e como todos desta região, prensencio a cada dia, a distância, a falta de agir do Estado. Mortes por conflitos agrários, pobreza, analfabetismo, faltam escolas, faltam salários melhores aos servidores públicos, policiais com remuneração inferior ao que deveriam ganhar, professores mal pagos, segurança pública inadequada, falta saúde, segurança, emprego, desenvolvimento. E ainda não querem a divisão? Aqueles que pensam assim nunca presenciaram nosso sofrimento, nunca viram um agricultor do interior vir a pé quilômetros e quilômetros para a faixa(como é chamada a rodovia) para poder pegar o ônibus, para poder levar o que colheu para vender na cidade, enfrentando atoleiros, poeira, ônibus quebrados; sim, porque as nossas rodovias infelizmente não são asfaltadas, onde o melhor a fazer é ter que se contentar em vender o produto do trabalho árduo por míseros reais e ser tão pouco valorizado e voltar feliz por ter conseguido vender sua colheita. Vivi numa região basicamente agrícola e ao passar pela Rodovia -BR-163, pude presenciar uma agricultora que havia andado quarenta quilômetros, a pé, no inverno, para poder chegar na sede de seu município, porque infelizmente a Rodovia não dava condições dos carros que por lá trafegavam chegarem aos seus destinos. E dizem que querem ver um Pará assim? ESSA É UMA DAS RAZÕES PELAS QUAIS VOTO NO SIM. "A PRESENÇA DO ESTADO" infelizmente não chegou a dar condições dessa agricultora ter o direito a uma rodovia asfaltada, a ter o transporte digno para chegar a sede de seu município, não deu a educação devida, não lhe deu incentivos, porque se tivesse tido isso, não preciaria sofrer as as amarguras que o "ESTADO" ausente lhe ofereceu.

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